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Comunicados
13:08
Polymarket e Kalshi reforçam medidas antifraude e expandem a abrangência das negociaçõesSegundo o The Information, Polymarket e Kalshi adotaram medidas para combater grupos de fraude durante a Copa do Mundo e expandiram o alcance dos tipos de eventos negociáveis. As duas empresas incluíram mais eventos reais em seus mercados de negociação, e a receita anualizada da Kalshi atingiu cerca de 1,5 bilhão de dólares em maio.
13:07
O Banco Central do Brasil deve cortar novamente a taxa de juros em 25 pontos base para 14,25%, mantendo o dilema entre o combate à inflação e o ciclo de cortes.⑴ Uma pesquisa com 45 economistas realizada entre instituições mostra que 41 deles preveem que o Banco Central do Brasil cortará a taxa Selic em mais 25 pontos-base na reunião de quarta-feira, reduzindo a taxa básica para 14,25% pela terceira vez consecutiva. Outros 4 acreditam que a taxa será mantida inalterada. ⑵ O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil iniciou um ciclo moderado de afrouxamento em março, após manter o custo de empréstimos em uma alta de quase vinte anos de 15% até o segundo semestre de 2025. Segundo o diretor de pesquisa macroeconômica da Kinitro Capital, as comunicações do comitê estão alinhadas com novos cortes, mas a trajetória geral tornou-se mais incerta. ⑶ Analistas observam que, dado o contínuo aumento dos preços ao consumidor, os formuladores de políticas podem repetir uma linguagem cautelosa no comunicado. A inflação anualizada no Brasil subiu para 4,72% em maio, de 4,39% em abril, afastando-se ainda mais da meta de 3% do Banco Central e da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. ⑷ Economistas do BTG Pactual destacam que o fenômeno climático El Niño passou a ser um risco adicional para a inflação. Caso as expectativas descaminhem ainda mais, a margem para cortes de juros este ano pode praticamente desaparecer. Entre 31 entrevistados, 19 preveem outro corte de 25 pontos-base na reunião de agosto. ⑸ As medianas das projeções trimestrais indicam que a taxa Selic será de 13,75% ao final de 2026 e de 12,00% ao final de 2027. Em um cenário onde a maioria das economias avançadas mantém juros altos ou considera aumentá-los, a trajetória gradual de cortes no Brasil enfrenta restrições internas e externas. Os próximos destaques serão o eventual ajuste no comunicado da quarta-feira e o potencial impacto sobre a cotação do real.
13:06
A emissão de títulos do Tesouro de 65 bilhões está prestes a acontecer em 6 semanas, surgindo uma janela de arbitragem com rolagem de dívidas de curto prazo.⑴ O Departamento do Tesouro dos EUA irá emitir nesta terça-feira US$ 65 bilhões em títulos do tesouro com prazo de 6 semanas, com vencimento em 30 de julho de 2026. Na liquidação de 18 de junho, haverá um novo financiamento de US$ 10 bilhões. Os lances não competitivos e competitivos encerram-se, respectivamente, às 23:00 e 23:30 do horário de Pequim nesta terça-feira.⑵ Atualmente, o rendimento do WI para os títulos de 6 semanas está em torno de 3,615%, o rendimento do mercado monetário de compra está em cerca de 3,63%. O rendimento de compra para títulos com vencimento em 23 de julho é de 3,618%, com um diferencial de rolagem futura de cerca de 1,2 ponto-base. O diferencial de rendimento entre os prazos de 1 mês e 2 meses é de 3,5 pontos-base, o que equivale a aproximadamente 0,875 ponto-base por semana. O atual diferencial de rolagem de 1,2 ponto-base possui valor relativo.⑶ A precificação dos futuros de FED Funds e SOFR indica probabilidade zero de alteração na taxa de juros em junho. Portanto, a demanda pelos lances desta semana é principalmente originada por necessidades de financiamento e gestão de caixa, e não por apostas direcionais nas taxas de juros. Recomenda-se realizar operações absolutas de compra e rolagem futura na faixa intermediária do mercado.⑷ Nos últimos seis períodos, a média da relação cobertura dos títulos do tesouro de gestão de caixa foi de 2,99, com participantes indiretos representando 55,45%, participantes diretos 5,59% e dealers 34,17%. Atualmente, a liquidez do mercado está mais folgada devido ao resgate líquido dos títulos do tesouro, e a taxa GC caiu abaixo da média móvel de 10 dias, o que cria um ambiente favorável para emissão de dívida de curto prazo.⑸ Os próximos pontos de atenção estão em saber se a relação de cobertura dos lances e a participação dos investidores indiretos conseguirão manter-se acima da média, além da direção efetiva da taxa dos recursos de curto prazo após a injeção de US$ 30 bilhões em caixa na quinta-feira, o que determinará se o preço desta emissão será realmente atrativo.
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